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Curiosidades – Injeção Eletrônica

7 de maio de 2016



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Trabalhamos com diversos produtos que fazem parte da injeção eletrônica do veículo como: Injetor de Combustível, Sonda Lambda ou Sensor de Oxigênio, Corpo da Borboleta, Atuador de Embreagem, Sensor de Posição de Borboleta, Sensor de temperatura.

Entenda um pouco mais sobre esse sistema:

O QUE É

É um sistema de gerenciamento composto de uma central eletrônica chamada de Centralina ou E.C.U que recebe informações de sensores instalados no motor e controla, entre outros sistemas, a injeção de combustível e a ignição.

QUAL A SUA FUNÇÃO?

Sua principal função é formar a mistura de ar e combustível necessária ao perfeito funcionamento do motor, mantendo os índices de emissão de poluentes dentro das exigências dos órgãos governamentais.

COMO FUNCIONA?

Para que o motor funcione corretamente, sem falhas, e com o melhor rendimento possível, é necessário que se misture uma quantidade específica de combustível ao ar que entra no motor. Como essa quantidade é determinada em massa, a central eletrônica calcula a massa de ar que é admitida pelo motor e comanda a injeção de combustível. Os sistemas de injeção eletrônica utilizam a tecnologia para calcular a massa de ar admitida. Essa tecnologia leva em conta a rotação do motor e a densidade do ar aspirado. Através da rotação do motor, levando-se em consideração a sua capacidade volumétrica (ex: 1580 cm³), a central calcula o volume de ar admitido e, para o cálculo da densidade, utiliza os valores da temperatura e da pressão do ar, que são informados à Central através dos respectivos sensores.

De posse da massa de ar admitida pelo motor, captada pelos sensores, a Central comandará uma válvula chamada eletroinjetor, e esta permitirá a passagem da quantidade exata de combustível para realizar a combustão. Com esta mistura comprimida no cilindro, a Central comandará o circuito de ignição, realizando a combustão necessária ao funcionamento do motor.

MANUTENÇÃO PREVENTIVA

Os principais sistemas de injeção eletrônica não necessitam de ajustes ou regulagem, porém, por se tratar de sistemas eletroeletrônicos precisam ser constantemente avaliados. Recomendamos o teste dos injetores MPI a cada 15.000 km e a substituição dos injetores SPI a cada 50.000 km.

Fonte: cartilha Magneti Marelli